<T->
          Alegria de Saber
          Portugus -- 2 srie
          Ensino Fundamental
          
          Anina Fittipaldi
          Maria de Lourdes
          Lucina Maria Marinho Passos

          Impresso braille em 3 partes na 
          diagramao de 28 linhas de 34 caracteres.
          
          Segunda Parte

          Ministrio da Educao
          Instituto Benjamin Constant
          Av. Pasteur, 350-368 -- Urca
          22290-240 Rio de Janeiro 
          RJ -- Brasil
          Tel.: (21) 3478-4400
          Fax (21) 3478-4444 
          E-mail: ~,ibc@ibc.gov.br~,
          ~,http:www.ibc.gov.br~,
          -- 2007 --

<P>
          Copyright Anina Fittipaldi,
          Maria de Lourdes e
          Lucina Maria Marinho Passos

          ISBN 85-262-5291-7

          Direo adjunta editorial:
          Aurelio Gonalves Filho
          Responsabilidade editorial:
          Suely Yukiko Mori Carvalho
          Roberta Lombardi Martins
          Edio:
          Rita Narciso Kawamata
          Ana Luiza Couto
          Assistente editorial:
          Lidiane Vivaldini Olo

          Direitos desta edio cedidos  Editora Scipione Ltda.

          Av. Otaviano Alves de Lima, 4.400 -- 6 andar
          e andar intermedirio Ala B
          Freguesia do  -- 
          Cep 02909-900 
          So Paulo -- SP
          Tel.: (11) 3990-1810
          ~,www.scipione.com.br~,


                               I
<R+>
 Sumrio 

Segunda Parte

Unidade 4

De olho no mundo

 Uma atividade 
  diferente ::::::::::::::::: 117
 Vamos ler 1 ::::::::::::::: 118
 "Azul e lindo: planeta 
  Terra, nossa casa", Ruth 
  Rocha e Otavio Roth
 Seguindo as pistas do texto
 Discutindo as idias do 
  texto
 Texto dialoga com texto :::: 121
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 124
 Trabalhando a oralidade :::: 125
 Agora voc escreve ::::::::: 125
 Divertimento ::::::::::::::: 126
 Roda de leitura :::::::::::: 127
 Texto do dia-a-dia ::::::::: 130
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 133
 Vamos ler 2 ::::::::::::::: 135
 "Dinossauros salvem a 
  Terra!", Laurie Krasny 
  Brown e Marc Brown
 Seguindo as pistas do texto
 Discutindo as idias do 
  texto
 Na ponta da lngua ::::::::: 139
 Curiosidade :::::::::::::::: 140
 Agora voc escreve ::::::::: 141
 Avaliando o texto
 Texto dialoga com texto :::: 144
 Agora voc escreve ::::::::: 147
 Uma atividade diferente :::: 147

Unidade 5

Risos... Sorrisos

 Uma atividade diferente :::: 149
 Agora voc escreve ::::::::: 150
 Avaliando o texto
 Vamos ler 1 ::::::::::::::: 151
 "A risada de Biriba", 
  Isabel Botelho
 Seguindo as pistas do texto
 Discutindo as idias do 
  texto
 Trabalhando a oralidade :::: 156
<p>
                             III
 Agora voc escreve ::::::::: 157
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 158
 Divertimento ::::::::::::::: 158
 Vamos ler 2 ::::::::::::::: 159
 "A lebre e a tartaruga"
  Jean de La Fontaine
 Discutindo as idias do 
  texto
 Curiosidade :::::::::::::::: 162
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 165
 Roda de leitura :::::::::::: 165
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 169
 Vamos ler 3 ::::::::::::::: 171
 "A vaca", Millr Fernandes
 Discutindo as idias do 
  texto
 Na ponta da lngua ::::::::: 172
 Agora voc escreve ::::::::: 174
 Vamos ler 4 ::::::::::::::: 175
 "O livro do riso do Menino 
  Maluquinho", de Ziraldo
 Discutindo as idias do 
  texto
 Trabalhando a oralidade :::: 177
 Uma atividade diferente :::: 180

Unidade 6

Diferentes... Iguais... ou 
  somente um jeito de ver!

 Uma atividade diferente :::: 182
 Vamos ler 1 ::::::::::::::: 184
 "Mas que festa!", Ana 
  Maria Machado
 Seguindo as pistas do texto
 Discutindo as idias do 
  texto
 Textos do dia-a-dia :::::::: 188
 Trabalhando a oralidade :::: 195
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 196
 Na ponta da lngua ::::::::: 197
 Agora voc escreve ::::::::: 198
 Avaliando o texto
 Divertimento ::::::::::::::: 199
 Vamos ler 2 ::::::::::::::: 200
 "O pilo e a rede", Lcia 
  Pimentel Ges
 Seguindo as pistas do texto
 Discutindo as idias do 
  texto
 Trabalhando a oralidade :::: 204
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 206
<p>
                               V
 Vamos ler 3 ::::::::::::::: 206
 "Cafute & Pena-de-Prata", 
  Rachel de Queiroz
 Seguindo as pistas do texto
 Discutindo as idias do 
  texto
 Roda de leitura :::::::::::: 210
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 213
 Vamos ler 4 ::::::::::::::: 216
 "Os gmeos corintianos", 
  Anna Flora
 Seguindo as pistas do texto
 Discutindo as idias do 
  texto
 Na ponta da lngua ::::::::: 219
 Texto do dia-a-dia ::::::::: 220
 Agora voc escreve ::::::::: 221
 Avaliando o texto
 Uma atividade diferente :::: 222
<R->
<p>
<79>
<Tale. saber 2 srie> 
<T+117>
Unidade 4

De olho no mundo...

  Agora, voc vai ler textos que discutem o que
acontece com o mundo, e assim refletir sobre as
aes do homem em relao  natureza.
  Ser que o homem est respeitando a natureza?
  Ser que o homem est construindo um mundo
melhor?

<80>
Uma atividade diferente

Meu rio

 De quem  este rio?
 O rio  meu.
 O rio  nosso.
 O rio  de todo mundo!

<R+>
Shari Halpern. *Meu rio*. Trad. Monica Stahel. So Paulo: Martins Fontes, 1998.

_`[{desenho de dois sapatinhos sobre uma folhagem na margem de um rio 
e dentro dele uma tartaruga e um peixinho_`]
<R->

  Veja, nas ilustraes, quem est contando a histria no poema.
  Agora, faa um poema substituindo o rio por uma floresta, pelo vento,
por uma lagoa... Ilustre o texto e monte um lbum. Converse com seus
colegas e justifique sua escolha.

Vamos ler 1

Azul e lindo: planeta Terra, 
  nossa casa

 Este  o planeta Terra.
 De longe ele  assim:
 azul e lindo.
  aqui que ns moramos.
 E  aqui que ns vamos morar para sempre.
 Ns, nossos filhos
 e os filhos dos nossos filhos.
 H muito tempo que o homem
 vem tentando conhecer melhor
 o Universo. (...)
 Mas por enquanto no se conhece no Universo
 inteirinho
 Um planeta como este:
 onde haja ar,
 onde haja gua,
 onde haja vida! (...)

<81>
 Os recursos da Terra,
 o ar, a gua, o solo,
 a flora e a fauna
 devem ser protegidos,
 para o nosso prprio bem
 e para o bem
 das criaturas que
 ainda vo viver
 no futuro.

<R+>
Ruth Rocha e Otavio Roth.
*Azul e lindo: planeta Terra, nossa casa*.
Rio de Janeiro: Salamandra, 1990.
<R->
<p>
Seguindo as pistas do texto

<R+>
 1. Voc sabe que, nos textos, algumas palavras mantm o encadeamento das
idias. Com um colega, releia o texto prestando ateno nessas palavras.
 2. Releia o texto e responda: as expresses abaixo do
idia de qu?
 a) e 
 b) por enquanto 
 c) mas

 3. Para evitar a repetio de palavras e manter a continuao de um texto,
algumas palavras substituem outras. Releia o trecho abaixo e diga que
palavra est sendo substituda pelo termo que.
<R->

 e para o bem
 das criaturas que
 ainda vo viver
 no futuro.

<82>
<p>
Discutindo as idias do texto

<R+>
 1. O texto comea apresentando duas caractersticas do planeta Terra. Que
caractersticas so essas e o que elas sugerem com relao ao planeta?
 2. Essas caractersticas positivas so vistas de longe. Isso quer dizer que de
perto se v a mesma coisa? 
 3. No texto, a que a Terra  comparada?
 4. Por que os autores afirmam que devemos cuidar do planeta Terra?
 5. O homem no est tratando bem a natureza. Nesse sentido, o que o
texto prope para mudar essa situao?
<R->

Texto dialoga com texto

  O texto abaixo tambm fala do planeta Terra.
<p>
O planeta Terra

  A Terra  uma
enorme esfera que gira
no espao como uma grande
bola azul, com aproximadamente
39 mil quilmetros de
circunferncia. Seria preciso
um ano inteiro para darmos
volta  Terra andando sem parar!
  A Terra leva 24 horas para
girar em torno de si mesma.
Quando o lugar onde voc mora
 tocado pelo Sol,  dia. Durante
o dia e a noite a Terra continua
a girar. Quando o Sol deixa de
tocar o lugar onde voc mora,  noite.
No outro lado do mundo, as pessoas
levantam enquanto voc vai dormir. (...)

<83>
  Como surgiu a Terra? De onde veio a vida?
As pessoas sempre procuram respostas para essas perguntas.
Muitos povos no mundo tm uma histria da criao.
  Os tiwi, um dos povos aborgenes da Austrlia, dizem que o
mundo nasceu de um cntico no Tempo dos Sonhos:
  Antes de o sol nascer, tudo era escurido. A Terra era chata e sem
forma. Ento, uma cega chamada Mudungkala levantou-se
milagrosamente do solo carregando nos braos um menino e duas
meninas. Antes de Mudungkala partir, ela cobriu a terra nua com
plantas e animais para que o povo tivesse alimento e abrigo.

<R+>
Gabrielle Woolfitt. *Terra*.
Trad. Lila Spinelli. So Paulo: Scipione, 1996.
<R->

<R+>
 1. H palavras no texto que voc no conhece?
Procure o significado dessas palavras no dicionrio.
 2. Compare os textos de Ruth Rocha e de Gabrielle Woolfitt. Quais so
as diferenas entre eles?
<R->

  Voc j leu textos de Ruth Rocha
neste livro. Mas voc sabia que ela
tambm escreveu um dicionrio?

Ateno  fala e  escrita

<R+>
 1. levantaram -- procuram
 a) O que h de comum na escrita dessas palavras?
 b) Retire a letra *m* do final das palavras e diga se houve qualquer
alterao de sentido.
<84>
 c) Qual  a idia que a letra *m* acrescenta a essas palavras?
 d) Compare essas palavras com marrom, garom... A letra m, nessas
palavras, indica plural?
 e) Conclua: em quais palavras a letra m no final pode indicar plural?

 2. A Terra  uma enorme esfera que gira no espao (...)
 a) O que voc reparou na pronncia da palavra que? Que outra palavra
do texto "O planeta Terra"  pronunciada da mesma maneira?
<R->
<p>
Trabalhando a oralidade

  Faa uma pesquisa, nos jornais de sua cidade, para saber quais so as
informaes publicadas sobre a natureza.
  Recorte a notcia e cole-a em uma folha de papel. Escreva, na
mesma folha, sua opinio sobre a notcia:  otimista ou pessimista?
Depois, leia a notcia para os colegas como se fosse um locutor de
telejornal!

<85>
Agora voc escreve

  J estudamos que as manchetes so frases curtas que os jornais
utilizam para chamar a ateno do leitor para determinada notcia --
como se fosse o ttulo
da reportagem.
  Crie manchetes otimistas
sobre a natureza. Escreva-as
em tiras de papel e mostre-as
para a turma.
  Organize com seus colegas
um mural, no corredor da escola,
com as notcias pesquisadas e
com as manchetes que vocs
criaram. Observem: as notcias
so to otimistas quanto as manchetes?

Divertimento

<R+>
_`[{desenho mostrando um indiozinho, com um papagaio ao lado, no 
meio de um terreno onde h lixo, tronco de rvores derrubadas e
fumaa. Ao longe, o barulho de uma rvore caindo: 
  -- Pum!
  Olhando para um cartaz que diz: Meio Ambiente, o ndio
exclama: 
   Se no respeitam o ambiente inteiro, quanto mais o meio!_`]
<R->

<R+>
Canini. *Cad a graa que tava aqui*? Porto Alegre: Mercado Aberto, 1983.
<R->

  Converse com os colegas: Depois de ler todos esses textos, voc
acha que o homem respeita a Terra? Por qu?
<L>
<86>
 Roda de leitura

  Vamos ler, agora, poemas sobre a natureza. De qual voc gosta mais?
  Depois da leitura dos textos, escreva, palavras e sentimentos que os
poemas sugerem. E coloque no mural da sala ou d para
algum de quem voc goste.

Vero

 A brisa,
 No vero,
 Solfeja
 Andorinhas
 Nos fios
 Eltricos

O cu da minha rua

 Quando
 Anoitece
 E no tem
 Estrelas,
 Sobe Abraho
 Ao cu
 Para
 Acend-las.

Manh

 O canto
 Do galo
 Abre as cortinas
 Do dia.

<87>
Primavera

 Pra a chuva,
 A terra acorda
 E arruma a casa.

 Acende rosas,
 Abre dlias
 E pinta hibiscos.

 Atrs do morro
 O cu desponta,
  madrugada.
<p>
As fases da lua

 A lua
 Aluada
 Estuda
 Tabuada.

 A lua
 Luneta
 Estuda
 Opereta.

 A lua
 De mel
 Estuda
 O cu.

 A lua
 Luntica
 Estuda
 Gramtica.

<R+>
Todos os poemas de Srgio Capparelli.
111 *poemas para crianas*.
Porto Alegre: L&PM, 2003.
<R->

<88>
Texto do dia-a-dia  

  Leia a reportagem:

O dia mundial da gua

  Todos recordam a lio escolar segundo a qual nosso planeta tem
a sua superfcie coberta em trs quartos de gua. Esse fato inspirou
poetas e artistas e fez com que Gagarin, o primeiro cosmonauta,
afirmasse deslumbrado que a Terra  azul.
  Poucos, no entanto, tm a conscincia
de que a gua  um recurso natural
de disponibilidade limitada e cada
vez mais escasso.
  De fato, de cada 10.000
litros de gua existentes na
Terra, 9.747 so de gua
salgada, imprpria para o
consumo humano,
174 litros esto na
calota polar ou em
geleiras permanentes,
76 litros so de guas
subterrneas e apenas
3 litros so de gua doce
de fcil disponibilidade.
  (...)
  O Brasil tem 11% da
gua doce do planeta.
Somos assim os maiores
detentores de riqueza hdrica
na Terra. Tal fato nos traz
imensa responsabilidade.
Todavia, ainda no  grande a
conscincia popular quanto 
importncia da adequada gesto de
recursos hdricos, desde a preservao dos mananciais em relao a
atividades poluidoras at o combate ao desperdcio.
<89>
  Hoje, 22 de maro, comemora-se o Dia
Mundial da gua, institudo pelas
Naes Unidas no intuito de
alertar a comunidade
internacional para as graves
questes envolvendo a gua.
(...)
  Com efeito, gua  sade.
gua de boa qualidade para o
consumo humano e seu
fornecimento contnuo
asseguram a reduo e controle
de: diarrias, clera, dengue, febre
amarela, tracoma, hepatites,
conjuntivites, poliomielite, escabioses, leptospirose, febre tifide,
<p>
esquistossomose e outras verminoses.

<R+>
Luiz Henrique Lima. *O Globo*.
Caderno Projetos de marketing, 22 mar. 2001.

 1. a) Copie, de cada pargrafo, a informao que voc
considera mais importante.
 b) Por que precisamos preservar a gua do planeta?

 2. Leia o cartaz a seguir:

_`[{apenas a parte de cima das letras das palavras que formam a
frase Olha o nvel!, aparecem fora da gua. Dentro da gua
aparecem a parte de baixo das letras e as frases: 
  Vai fazer sua parte ou ficar s olhando?
gua. Usar bem  fcil. Difcil  ficar sem_`]

 a) A que nvel a primeira
frase se refere?
 b) Que recurso grfico
mostra isso?
 c) Qual  a atitude que esse
cartaz pretende promover?
<R->

<90>
Detalhe puxa detalhe  

  Leia o texto. Depois, d um ttulo para cada
um dos conselhos.

  Com a torneira meio aberta durante 15 minutos, gastam-se 243
litros de gua. Medidas prticas para gastar somente 20 litros:
<R+>
  limpe os restos dos pratos e panelas com uma escova e
jogue no lixo;
  coloque gua na pia at a metade para ensaboar, enquanto
isso feche a torneira; e
  coloque gua novamente para enxaguar.
<R->

  Quando se usa escovar os dentes com uma torneira no muito
aberta, gastam-se 12 litros d'gua. No entanto, se a pessoa
molhar a escova e fechar a torneira enquanto escova os dentes
e, ainda, enxaguar a boca com um copo d'gua, ela consegue
economizar mais de 11,5 litros d'gua.
  Durante 15 minutos uma torneira meio aberta consome 243
litros. Se o registro estiver fechado enquanto se ensaboa,
diminuindo o tempo de ducha aberta para cinco minutos, o
consumo cai para 81 litros.
  Para regar jardins e plantas por 10 minutos, gastamos 186
litros de gua. Para economizar, a rega durante o vero deve
ser feita de manhzinha ou  noite, reduzindo a perda por
evaporao.
  Muita gente gasta at 30 minutos lavando carro, com uma
mangueira no muito aberta, e l se vo 216 litros. Com a
torneira aberta meia volta so 560 litros. Mas usando-se balde
de 10 litros para molhar e ensaboar, e tambm balde para
enxaguar, pode-se chegar a um consumo de apenas 40 litros.
  Gotejando, uma torneira chega a um desperdcio de 46 litros por
dia. Isto , 1.360 litros por ms. Um filete de mais ou menos 2
milmetros totaliza 4.140 litros por ms.

<R+>
*O Globo*. Caderno Projetos de marketing, 22 mar. 2001.
<R->

<91>
Vamos ler 2

Dinossauros salvem a terra!

  Ns s temos uma casa: o planeta Terra.
  Todos os dias a Terra nos d ar fresco, gua limpa, terra frtil. Mas
esses presentes, que chamamos de recursos naturais, no vo durar
pra sempre se ns os estragarmos ou desperdiarmos.
  H vrias maneiras de proteger nosso planeta!
<p>
Use menos

  Usar s o que voc
precisa dos recursos
naturais  uma das
maneiras de proteger a
Terra. Se voc economizar,
vai sobrar mais para os
outros.

gua

  No podemos viver sem ela!
  Bebemos gua, cozinhamos
com ela, usamos gua para nos
lavar e para a limpeza das coisas.
Todas as plantas e animais
precisam de gua para crescer e
ser sadios. Voc pode economizar
gua --  s fechar a torneira! (...)

<92>
 Eletricidade

  Toda vez que algum liga
alguma coisa -- a luz, a
televiso, o ar-condicionado, o
carro -- est gastando energia.
Voc pode economizar energia
ligando as coisas s quando
precisar delas -- e des-
<p>
ligando
quando acabar de usar. (...)

Papel

  As rvores tambm so
recursos naturais. Elas nos
do ar puro, sombra,
madeira, frutas e celulose,
que  o material com que se
faz o papel. As rvores
servem de casa para os
pssaros e outros animais.
  (...)

Plstico

  O plstico  feito com
um produto natural que
fica embaixo da terra: o
petrleo. Se usarmos todo
o petrleo que existe na
Ter-
<p>
ra, no haver mais
petrleo. (...)

<R+>
Laurie Krasny Brown e Marc Brown. *Dinossauros salvem a Terra.
Um guia para a proteo de nosso planeta*. Trad. 
  Regina da Veiga Pereira. So Paulo: Salamandra, 1992.
<R->

<93>
Seguindo as pistas do texto

  Uma das partes do texto fala da reciclagem do lixo.
<R+>
 a) O que significa a palavra *reciclando*?
 b) Que palavra deu origem  palavra *reciclar*? Converse com o
professor.
 c) Observe:
<R->

 reaproveitar re + aproveitar
 recarregar re + carregar
 reproduzir re + produzir

  A que concluso voc chega, aps observar a formao dessas
palavras?
<p>
Discutindo as idias do texto

  O texto est dividido em partes de acordo com as atitudes que as
pessoas devem tomar para proteger o ambiente. Apresente a idia central
de cada uma delas.

Na ponta da lngua

<R+>
_`[{desenho de dois dinossauros dando conselhos a algumas crianas:
   Use os seus dois ps
   Conserve limpo nosso precioso ar uma carona  sempre bom dar_`]  
<R->

  Os dinossauros
esto dando alguns
conselhos, mas se
esqueceram de usar
os sinais de
pontuao...
  Reescreva as
frases, pontuando-as
corretamente.

<94>
<p>
Curiosidade

As doenas que vm dos lixes

  Os lixes, espalhados por todo o Brasil, recebendo,
diariamente, 242 mil toneladas de detritos, esto a. Neles
habitam animais que transmitem muitas doenas.

<R+>
  Rato
  Tipo de doena: tifo/peste bubnica
  Forma de transmisso: picada de pulga de rato e alimento contaminado
  Barata
  Tipo de doena: hepatite, amarelo, diarria e tifo
  Forma de transmisso: ingesto de alimentos contaminados com resduos que a barata deposita neles
  Mosca
  Tipo de doena: febre tifide e diarria 
  Forma de transmisso: ingesto de alimentos contaminados pela mosca
  Pernilongo
  Tipo de doena: dengue, malria e febre amarela 
  Forma de transmisso: picada de vrias espcies de Pernilongos

<R+>
Margarete N. Cardoso. *Lixo e sade*. Rio de Janeiro: Limpurb, 1993. 
(Texto adaptado.)

 1. Qual  a finalidade da tabela?
 2. A tabela d alguma dica sobre como se podem evitar essas
doenas?
<R->

<95>
Agora voc escreve

  Conte a sua experincia: o que  feito com o lixo de sua casa? O que
 feito do lixo de sua cidade?
<p>
Primeira fase

  Faa, uma lista dos produtos usados em sua casa que
tenham embalagem de plstico, vidro, lata e papelo.
  Observe o que  feito com essas diferentes embalagens em sua casa.
  Anote.

<96>
Segunda fase

  Como  feita a coleta de
lixo em sua rua? Plstico,
vidro, lata e papelo so
depositados no mesmo
lugar? Se voc mora em
prdio, pode perguntar ao
porteiro; se mora em casa,
seus pais podem responder
a suas perguntas.

Terceira fase

  O professor vai convidar um funcionrio da Prefeitura para explicar 
classe o que acontece com o lixo que  recolhido nas ruas de sua cidade.

<97>
Quarta fase

<R+>
 1. Voc vai produzir um texto informativo:
no primeiro pargrafo, escreva o resultado
de sua pesquisa na primeira fase; no
segundo, as concluses da segunda fase;
no terceiro, um resumo da conversa com
o funcionrio da Prefeitura, na terceira
fase; e no quarto, d sugestes para
melhorar o tratamento do lixo em sua
casa, em sua rua, em sua cidade.
 2. A classe, junta, vai criar frases que
estimulem as pessoas a cuidar do ambiente,
a evitar o desperdcio de gua e a recolher
o lixo da maneira adequada.
 3. Depois, faa um cartaz com o resultado
de sua pesquisa. Use fotografias ou recortes de revistas e
jornais para ilustrar seu trabalho.
<R->
<p>
Avaliando o texto

  Dividida em grupos, sua classe vai visitar outras turmas do colgio. Em
cada uma das salas, o grupo faz uma exposio de sua pesquisa, falando
sobre o que aprendeu. Esse  seu dia de dar aula!
Aps a apresentao, avalie:
<R+>
 a) As informaes do texto esto claras (so facilmente entendidas)?
 b) A linguagem  direta, objetiva?
 c) A mensagem do cartaz pode ser lida mesmo quando mostrado a
distncia?
 d) As palavras do cartaz esto escritas corretamente?
<R->

<98>
Texto dialoga com texto

  Nossa casa  nosso pequeno mundo!!!
<p>
 A --
 Cada um mora onde pode
 e cada um amando
 viver na sua casinha.
 Mas acho,
 de verdade,
 que a melhor casa
  a minha.

<R+>
Ziraldo Alves Pinto. *Cada um mora onde pode*.
So Paulo: Melhoramentos, 1991.
<R->

<99>
 B --
 Era uma casa
 Muito engraada
 No tinha teto
 No tinha nada
 Ningum podia
 Entrar nela no
 Porque na casa
 No tinha cho
 Ningum podia
 Dormir na rede
 Porque na casa
 No tinha parede
 Ningum podia
 Fazer pipi
 Porque penico
 No tinha ali
 Mas era feita
 Com muito esmero
 Na Rua dos Bobos
 Nmero Zero. 

<R+>
Vinicius de Moraes. *Poesia
completa e prosa*.
3. ed. Rio de Janeiro: Nova
Aguilar, 1998.
<R->

<100>
<R+>
 1. Ziraldo e Vinicius de Moraes falam de uma casa. De que casa eles esto
falando?
 2. Os poetas falam das casas do mesmo jeito?
 3. Selecione versos de cada poema que mostrem que os autores tm
carinho pela casa que descrevem.

 4. Em sua opinio, qual  o objetivo do poema:
 a) de Ziraldo? 
 b) de Vinicius de Moraes?
<R->

Agora voc escreve

  Que tal pesquisar, em jornais e revistas, diferentes tipos de moradia?
  Depois, escolha uma dessas casas e a descreva, mostrando todos os
detalhes.
  Se quiser, escreva tambm sobre sua prpria casa.
  Depois, troque seu texto descritivo com o de um colega. Eles so
parecidos?

<101>
Uma atividade diferente

1 Jogo da memria

  Observe bem a descrio das figuras que compem a montagem do painel.
  Feche a pgina e repita para a classe o nome de tudo que tem no painel.
  Quem se lembrou de tudo?
  Depois, responda depressa: o que chama mais ateno na descrio das figuras?

<R+>
_`[{painel composto por fotos de:
uma borboleta amarela pousada numa planta;
um peixe listrado chamado peixe-palhao nadando entre
anmonas;
uma paisagem com montanhas e vegetao na serra da
Mantiqueira;
um louva-a-deus sobre uma planta;
uma flor vermelha tpica da regio amaznica_`]

2 Agora, faa o seu prprio painel para expor em sala. Recorte, de
revistas ou jornais, imagens e frases que representem a natureza.
<R->

  Flor da regio Amaznica.
  Vista da Serra da Mantiqueira.
  Peixe-palhao entre anmonas.
  Borboleta. 
  Louva-a-deus.

               oooooooooooo

<102>
<p>
Unidade 5

Risos... sorrisos

  Nesta unidade, voc vai rir muito...
  Diferentes textos vo fazer voc dar muitas
risadas!
  Venha conhec-los!!!!

<103>
Uma atividade diferente

  Quantas risadas! Quem est rindo? E por qu?
  Voc consegue imitar essas risadas?
  Nas pginas seguintes, voc vai descobrir quem est rindo tanto... e
de qu!
  A seguir, imagine: como ser que ri uma...
  bruxa? 
  fada?
  formiga? 
  raposa?

<104>
<p>
Agora voc escreve

  A classe vai criar uma histria com as risadas da atividade anterior.
  O professor registra no quadro-de-giz e voc copia.
  Pense em um lugar onde poderiam estar, ao mesmo tempo, a bruxa, a
fada, a formiga e a raposa, e a partir da imagine uma histria bem
engraada. No se esquea de que, nas histrias, os animais falam... Voc
pode, tambm, incluir outras personagens.
  Use o travesso para identificar os dilogos.

Avaliando o texto

  Leia a histria para uma pessoa de sua famlia.
  Converse com ela e verifique:
<R+>
 a) A histria  engraada?
 b) Qual  o momento mais interessante?
 c) Os dilogos foram bem escritos?
<R->
<L>
<105>
 Vamos ler 1

  Biriba  um palhao que, um dia, acordou sem sua risada. Isso, para um
palhao,  o fim! Ele e seu amigo Ado procuraram a cigana Divinha, que
resolveu a questo: disse que Biriba precisava ir at o Pas do Riso buscar
sua risada. O palhao no duvidou: seguiu as orientaes e chegou at o
pas do Rei Risonho. O Rei o recebeu muito bem e resolveu ajud-lo. Veja
s o que aconteceu:

A risada de Biriba

  Rei Risonho mandou Biriba se sentar para escutar todas as risadas
que tinham chegado naquela semana. Uma delas poderia ser a sua.
  HO! HO! HO!
  --  esta a sua risada? -- perguntou o rei.
  -- No, no  -- respondeu Biriba.
  -- Agora escute esta outra:
  HUHUHUHU
  -- Tambm no  esta.
  O rei trouxe ento uma risada diferente:
  HIHO! HIHO! HI
  -- Que risada mais esquisita! --
exclamou o palhao. -- Nem que quisesse
conseguiria rir assim!
  Que pena! Nenhuma das risadas era a de Biriba!
  Ele tinha tanta esperana de encontr-la ali...
<106>
  Tentando ajud-lo, o rei
ofereceu-lhe uma risada
emprestada. E, num passe de
mgica, Biriba comeou a rir
assim:
  -- HIIII! HIIII! HIIII! HIIII! Que
risada fininha! No fica bem em
mim!
  -- Tem razo -- respondeu o
rei --, no lhe assenta bem.
Experimente esta:
  HO HO HOOO! HO HO
HOOO! HO HO HOOO! Esta 
muito grossa! Ficaria bem para
um homem grande e gordo.
  Ao dizer isso, Biriba comeou
a rir de outro jeito:
  -- Haaa! Haaa! Haaa! Haaa!
Haaa!
  Huuum... esta se parece
mais com a minha, pensou
Biriba.
  O palhao pensou, pensou e,
depois de alguns minutos,
resolveu devolver a risada.
  -- Obrigado, Rei Risonho,
mas no vai dar certo. Ao rir com
uma risada emprestada, o meu
corao est triste, enquanto a
minha boca sorri. E rir assim no
 bom, porque no estou alegre
de verdade!

<R+>
Isabel Botelho. *A risada de Biriba*. So Paulo:
Scipione, 2004. (Coleo D-r-mi-f).
<R->

<107>
Seguindo as pistas do texto

<R+>
 1. O Rei foi apresentando ao palhao algumas risadas e o palhao ia
caracterizando cada uma delas.
Como Biriba classificou as risadas a seguir? Escreva.
 a) Hi Ho! Hi Ho! Hi Ho!
 b) Hiiiiiiiiii! Hiiiiiiiiii!
 c) Ho Ho Hoooooo!!! Hoooooo!!! Ho Ho!
 d) Haaaa! Haaaa! Haaaa! Haaaa!

 2. Qual era a risada que mais parecia com a de Biriba?
<108>
 3. Que palavra mostra que Biriba realmente
acreditava que iria encontrar sua risada?
 4. Releia e complete a frase:
  -- Nem que quisesse conseguiria rir assim!
  Que idia sugere a palavra assim?

 5. Para no repetir algumas palavras, o autor faz substituies. Encontre no
texto as palavras que foram substitudas pelos termos destacados:
 a) *Ele* tinha tanta esperana de encontr-*la* ali...
 b) Tentando ajud-*lo*, o rei ofereceu-*lhe* uma risada emprestada.

 6. Existe no texto alguma palavra que sirva de pista, indicando que Biriba
encontrou sua risada?
 7. O palhao pensou, pensou e, depois de alguns minutos, resolveu
devolver a risada.
  Que efeito produz a repetio da palavra pensou?

 8. Escreva:
 a) um sinnimo para a palavra alegre em "porque no estou alegre
de verdade":
 b) um antnimo para essa mesma palavra:
<R->

<109>
Discutindo as idias do texto

<R+>
 1. Por que o palhao no aceitou a risada oferecida a ele?
 2. Com essa atitude, voc pode entender que o palhao Biriba  um
homem falso ou muito sincero? Por qu?
 3. E voc? Como resolveria o problema de Biriba? Converse com seus
colegas.
<R->

Trabalhando a oralidade

  Vamos dramatizar a histria de Biriba? Depois de reler o texto,
escolham um colega para ser o palhao e outro para ser o rei. Os demais
ficam responsveis por uma parte tima -- dar as risadas!  importante
treinar as falas das personagens, observando a entonao que dever ser
dada de acordo com os sentimentos que expressam -- tristeza,
aconselhamento, decepo, esperana... -- e com os sinais de pontuao
-- ponto de interrogao (?), ponto de exclamao (!), vrgula (,) e
reticncias (...).
  Apresentem a histria para os colegas de outras turmas. Eles vo dar
boas risadas!

<110>
<p>
Agora voc escreve

  Ao copiar a piada, o aluno se esqueceu de organizar e pontuar os
dilogos adequadamente.
  Leia a piada como est escrita, sem a pontuao.
  A seguir, reescreva o texto pontuando-o.

  Uma mulher muito aflita liga para o delegado de polcia  horrvel delegado Acabo de perder meu cachorro Um cachorro to inteligente s vezes a gente acha que ele vai falar Ento desligue logo senhora Ele deve estar tentando cham-la ao telefone

<R+>
Revista *Alegria*. So Paulo: Abril, 1999.
<R->

  Leia a piada de novo, agora seguindo a pontuao. Voc notou alguma
diferena?

<111>
<p>
Detalhe puxa detalhe

  Veja as fotografias. Observe as situaes que as fotos apresentam e
tente imaginar por que essas pessoas esto sorrindo...

<R+>
_`[{foto a) uma menina deitada num sof, sorrindo, conversa ao telefone;
 foto b) uma moa e uma menina abraadas dentro d'gua, sorriem para 
a cmera fotogrfica;
 foto c) duas meninas riem, assistindo  televiso_`]
<R->

<112>
Divertimento

  H algumas expresses que costumamos ouvir, mas muitas vezes
no sabemos o que elas significam. Voc sabe o que estas expresses
querem dizer?
<R+>
 1. Quem no chora no mama.
 2. "Chorar lgrimas de crocodilo."
<R->
<p>
Vamos ler 2

  A fbula que voc vai ler tambm aproveita uma expresso conhecida
como ensinamento.

  Uma *fbula*  uma histria que, no final, apresenta uma moral.
  A moral mostra o tema da histria e transmite um conselho, um
ensinamento.
  Na fbula, os animais podem falar e agir como pessoas.

<113>
A lebre e a tartaruga

  A lebre vivia a se gabar de que era o mais veloz de todos os
animais. At o dia em que encontrou a tartaruga.
  -- Eu tenho certeza de que, se apostarmos uma corrida, serei a
vencedora -- desafiou a tartaruga.
  A lebre caiu na gargalhada.
  -- Uma corrida? Eu e voc? Essa  boa!
  -- Por acaso voc est com medo de
perder? -- perguntou a tartaruga.
  --  mais fcil um leo cacarejar do
que eu perder uma corrida para voc --
respondeu a lebre.
  No dia seguinte a raposa foi
escolhida para ser a juza da prova.
Bastou dar o sinal da largada para
a lebre disparar na frente a toda
velocidade. A tartaruga no se
abalou e continuou na disputa.
A lebre estava to certa da vitria
que resolveu tirar uma soneca.
  Se aquela molenga passar na
minha frente,  s correr um
pouco que eu a ultrapasso --
pensou.
  A lebre dormiu tanto que no
percebeu quando a tartaruga, em sua
marcha vagarosa e constante, passou.
Quando acordou, continuou a correr com ares de vencedora. Mas,
para sua surpresa, a tartaruga, que no descansara um s minuto,
cruzou a linha de chegada em primeiro lugar.
  Desse dia em diante, a lebre tornou-se o alvo das chacotas da floresta.
  Quando dizia que era o animal mais veloz, todos lembravam-na
de uma certa tartaruga...

  "Quem segue devagar e com constncia sempre chega na frente."

<R+>
Jean de La Fontaine. *Fbulas de Esopo*. Adap. de Lcia Tulchinski.
So Paulo: Scipione, 2000. (Reencontro infantil).
<R->

<114>
Discutindo as idias do texto

<R+>
 1. A gargalhada da lebre para a tartaruga era de alegria ou de deboche?
Por qu? 
 2. No texto, a lebre diz para a tartaruga que:  mais fcil um leo cacarejar do que eu perder uma corrida para 
voc.

  O que isso significa?
 3. Qual foi o grande erro da lebre?
 4. As caractersticas dos animais so pistas para entender melhor a fbula.
  Qual  a principal caracterstica de uma tartaruga? E de uma lebre?
 5. O que significa a moral da fbula: Quem segue devagar e com
constncia sempre chega na frente.
 6. Voc acha que a frase Ri melhor quem ri por ltimo tambm serve
de moral para essa fbula? Por qu?
<R->

<115>
Curiosidade

  O coelho  mesmo rpido...
Mas qual ser o animal mais
rpido? E a tartaruga, ser ela o
animal mais lento?

  O texto que voc vai ler 
*informativo*, porque apresenta
informaes ao leitor.
<p>
A velocidade dos animais

  O guepardo  o mamfero mais rpido do mundo. Pode atingir
uma velocidade de 110 km/h. J o homem alcana um mximo de
43 km/h.

<R+>
 antlope indiano: 98 km/h
 leo: 80 km/h 
 gazela: 80 km/h 
 cavalo: 75 km/h 
 raposa: 67 km/h 
 zebra: 65 km/h 
 hiena: 65 km/h 
 coelho: 55 km/h
 girafa: 50 km/h 
 veado nobre: 48 km/h
 gato domstico: 48 km/h
 rinoceronte: 45 km/h
 elefante: 40 km/h
 pingim: 37 km/h
 cobra: 32 km/h
 peru: 24 km/h
 esquilo: 20 km/h
 porco: 17 km/h
<R->
<p>
  Os pezinhos da centopia lhe do boa vantagem. Aqui vamos
calcular o tempo gasto para percorrer uma distncia de cem metros.
A centopia cobre essa distncia em trs minutos e 25 segundos.

<R+>
 caracol: 2 horas e 4 minutos
 tartaruga gigante: 22 minutos
 preguia: 22 minutos
 aranha: 8 minutos e 40 segundos
<R->

  Na cidade de Logroo, na Espanha, havia uma corrida de
caracis. A pista media setenta centmetros. As corridas duravam
de dez a quinze minutos, isso quando os caracis estavam
dispostos a competir.

<R+>
Marcelo Duarte. *O guia dos curiosos*. So Paulo: Companhia das Letras, 1997.
<R->

  Agora, converse com seus colegas sobre as curiosidades do texto.

<116>
Ateno  fala e  escrita

<R+>
 1. Observe as palavras:
 segundos -- mximo
 a) Que som as letras s e x representam?
 b) Encontre, em jornais e revistas, outras palavras com essas letras
representando o mesmo som e faa uma lista com elas.
  gasto -- essa -- centopia -- minutos

2. Leia mais estas palavras:
 a) Nas palavras acima, que letra (ou letras) est(o) representando o
som do s?
 b) Converse com seus colegas: quais so as diferentes maneiras de
escrita para representar um nico som?
<R->

Roda de leitura

  Voc vai ler, agora, uma histria que comea triste, mas, no fim...

A revoluo das letras

  A Cidade das Letras tinha uma s rua, comprida e estreita. Quem
entrava nela, logo encontrava a casa da famlia do A. Depois, se
caminhasse um pouquinho mais, dava com a casa de seu vizinho, o
B. A casa seguinte era a do C, e depois a da famlia D, grudada 
turma do E. Da em diante, vinha a casa do F, do G, do H e do I. Logo
 frente morava a famlia do J, numa casa colada  do L, que ficava
ao lado da residncia do M, e mais adiante ficava o pessoal do N. E
depois vinha a casa do O, do P e do Q. Continuando em linha reta,
podia-se ver a casa do R, do S, do T e do U. E, por fim, a casa do V,
do X e do Z.
<117>
  Mas todos ali viviam tristes: uma lei na cidade
proibia que as letras se misturassem. Por isso, os
visitantes no achavam graa nenhuma ali e, sem
ter como animar as letras, iam-se embora
rapidinho. Um dia, porm, aconteceu um fato
que virou aquela cidade de cabea para baixo.
Dois As, ainda meninos, saram para passear.
Viram um S  beira do porto e, de repente,
resolveram se juntar a ele. Formaram uma ASA e
levantaram vo, rindo s gargalhadas com aquela
arte. Dois garotos da famlia do O correram para
rua, espantados. Viram um J e um G que passavam
por ali, agarraram-se a eles, inventando um JOGO,
e comearam tambm a se divertir. Um garoto da
famlia F voltava da praa e encontrou um E, seu
vizinho; os dois se uniram a um S que passava e
deram as mos a duas meninas -- uma da famlia
do A, outra do T --, e imediatamente armaram
uma FESTA. Um D puxou um A que caminhava
pela calada, e esse se agarrou a um senhor da
famlia N, os trs atravessaram a rua, deram com
um  e outro A, que se somaram ao trio e
iniciaram uma animada DANA. E assim as letras
continuaram burlando a lei. Os rapazes do C e do
S logo se interessaram por umas garotas do A e,
incentivados por um senhor da famlia R,
resolveram se CASAR. O pessoal do G, do I, do M e
do S passou a freqentar a casa do A e do O e se
tornaram AMIGOS. Uma turminha de As se
abraou a um P. Um L, um V, um R e um S
denominaram a unio de letras de PALAVRAS. E
ento um F, um R, uma moa do A, um S e uma
senhora do E descobriram que podiam contar
uma histria. E me contaram esta quando hoje
passei pela Cidade das Letras e as encontrei na rua
to felizes que resolvi parar e me divertir com elas.

<R+>
Joo Anzanello Carrascoza. *Histrias para sonhar acordado*. So Paulo: Scipione, 2002.
<R->

<118>
<p>
Detalhe puxa detalhe

  A histria que voc vai ler conta as malandragens de um pato muito
esperto...

Ri, ri, ri, quack.
 As malandragens do Pato

  O Fazendeiro Geraldo estava saindo de frias. Ele deixou seu
irmo, Beto, cuidando dos animais.
  -- Eu escrevi tudinho para voc. Siga as minhas instrues e no
haver problemas. Mas fique de olho no Pato. Ele  muito malandro.
()
  Beto fitou srio o Pato
por alguns segundos e se
retirou para dentro de
casa. Em seguida, leu o
primeiro bilhete:

  Tera  noite de pizza (no pode ser congelada!).
<p>
  Os galos preferem as de anchovas.

<R+>
Doreen Cronin. *Ri, ri, ri, quack.
As malandragens do Pato*.
Trad. Ana Bergin. Rio de Janeiro:
Rocco, 2004.
<R->

  Converse com um colega: os bilhetes foram mesmo escritos pelo
Fazendeiro Geraldo ou algum andou fazendo uma brincadeira com Beto?
  Defendam sua opinio diante da classe, justificando-a.

  Ser que o Pato tinha alguma coisa a ver com
esses bilhetes to estranhos? Leia o livro *Ri, ri, ri,
quack. As malandragens do Pato*, de Doreen
Cronin, publicado pela editora Rocco, e descubra
o mistrio...

<119>
<p>
Vamos ler 3

  Millr Fernandes escreveu um texto divertido intitulado A vaca.
  Como voc escreveria um texto engraado sobre um animal?
  Observe o que o escritor fez:

A vaca

  A vaca  um bicho de quatro patas que d carne de vaca. ()
O marido da vaca  intitulado boi.
A vaca tem dois estmagos
e por isso fica sempre com
a comida indo e vindo na
boca (). A vaca a
professora ensina que
ela d leite mas nas horas
de tirar  que a gente v que
ela d mas custa. Vaca s se
alimenta de grama e da eu no
sei porque o leite no  verde.
  Se a gente fica perto ela fica
olhando com olhar de que a
gente fez alguma coisa com ela e ela
est muito magoada. Eu acho que todas as vacas vieram dos Estados
Unidos porque ainda no perderam o jeito de quem masca chiclete.

<R+>
Millr Fernandes. ~,http:www2.uol.com.br~
  millorcompozicompo18.htm~, Acesso: 17 maio 2004.
<R->

Discutindo as idias do texto

<R+>
 1. O texto A vaca apresenta frases longas sem pontuao. Por que isso
acontece?
 2. Existem, no relato, muitas informaes sobre a vaca que so dadas de
uma forma infantil. Cite duas delas.
 3. Em sua opinio, como o texto foi escrito para ficar engraado? Por qu?
<R->

<120>
Na ponta da lngua  

  Voc j estudou que h substantivos masculinos e substantivos femininos.
  Observe as palavras que acompanham estes substantivos:

<F->
 o carro   _ a blusa
 o jardim  _ a mulher
 um inseto _ uma sandlia
 um homem  _  uma mesa
<F+>

  Os substantivos que podemos usar depois de *o* ou *um* so substantivos masculinos; os que podemos usar 
depois de *a* ou *uma* so substantivos femininos. Assim, o substantivo *tigre*, por exemplo,  masculino, e o
substantivo *cobra*, feminino, porque dizemos o tigre e a cobra, mesmo
que seja um tigre *fmea* e uma cobra *macho*.

<121>
  H, ainda, substantivos que podem ser utilizados tanto com o/um
quanto com a/uma.

<F->
 o estudante    _ a estudante
 o dentista     _ a dentista
 um telefonista _ uma telefonista
 um artista     _ uma artista
<F+>

<R+>
 1. Complete o quadro:
<R->
 o professor a ..... 
 o menino a ..... 
 um engenheiro uma .....
 um mdico uma .....

  Registre, o que voc observou.

<R+>
 2. Agora, com os substantivos abaixo, faa duas listas:
uma para os masculinos e outra para os femininos.
<R->

 vaca -- bicho -- pata --
 carne -- marido -- boi --
 estmago -- comida --
 boca -- leite -- hora --
 chiclete

<122>
Agora voc escreve

  Com os colegas, reescreva o texto A vaca. Lembre-se: para no
repetir as palavras em um texto, podem-se usar diferentes recursos. Voc
pode, por exemplo, substituir a palavra por um sinnimo, por palavras que
se relacionam pelo sentido ou, at mesmo, no escrever a palavra,
deixando que o leitor a entenda.
  Em sua verso de A vaca, para evitar repeties, substitua vaca por
ela e a gente por ns, fazendo as adaptaes necessrias. E no se
esquea de pontuar o texto corretamente.

Vamos ler 4

  Agora, voc vai ler trs piadas. Voc sabe como se caracteriza o texto
da piada?

  O *texto da piada*  uma histria curta que
tem um final quase sempre surpreendente.

 A --
  Professor perde a pacincia com aluno que no
sabe nada. A, vira pra ele e diz:
  -- Vou dar uma ltima chance. Se voc responder
certo a esta pergunta, eu passo voc de ano. Me diz a:
quantas toneladas de caf o Brasil exportou no ano?
  -- Que ano, professor?
  -- Pode escolher, pode escolher. Qualquer um.
  -- 1.500! Nem uma tonelada!

 B --
  A professora diz pro Boco:
  -- D trs provas de que a Terra  redonda.
  E o Boco:
  -- O papai diz que ela , a mame diz que
ela  e a senhora diz que ela . E vocs trs so
da maior confiana...

<123>
 C --
  A professora se zanga com o Maluquinho:
  -- Explique-se, Maluquinho. Todos os seus
colegas fizeram uma redao de mais de trinta linhas
sobre o leite. Voc s escreveu cinco linhas...
  E o Maluquinho:
<p>
  --  que eu escrevi sobre o leite condensado,
professora.

<R+>
Ziraldo. *O livro do riso do Menino Maluquinho*. 6. ed. So Paulo: Melhoramentos, 2000.
<R->

Discutindo as idias do texto

<R+>
 1. Voc sabe que a piada possui uma parte que surpreende o leitor. O
que  surpreendente:
 a) na piada A? 
 b) na piada B? 
 c) na piada C?

Trabalhando a oralidade

 1. Que tal criar a hora da piada? Conte uma piada para os seus colegas!

 2. Responda as charadinhas:
 a) O que est sempre em cima do caf?
<123>
 b) Qual  a ltima coisa que a
pessoa tira antes de dormir?
 c) Sabe o que faz o
Curupira ficar maluco?
<R->

<R+>
Revista *Stio do Picapau Amarelo Especial*.
Rio de Janeiro: Globo, 2004. n.o 1.
(Texto adaptado).
<R->

<R+>
 3. Agora, brinque de locutor e, lendo este texto informativo, explique para
a classe como  formada nossa dentio. D um tom bem srio a sua
leitura!
<R->

  Os primeiros dentes nascem antes
de a criana completar um ano de vida
e so chamados dentes de leite. Ao
todo so 20.
  At os 12 anos, esses dentes caem
e so substitudos pelos dentes
permanentes. Ao todo so 32.

Cuidados com os dentes
<R+>
  Escov-los aps cada refeio,
fazendo uso de fio dental.
<p>
  Consultar o dentista a cada seis
meses.

Mnica Vendramin. *Nosso corpo*.
So Paulo: Scipione, 1998.
<R->

<125>
 4. A seguir, brinque de declamador e veja como o autor explica,
poeticamente, a inveno da piada.

A inveno da piada
 Sorriso
  algo
 precioso.
 E quando
 o sorriso
 vira risada,
 a vida
 fica mais
 engraada.
 Assim pensava
 o inventor
 da piada.
 Queria ver
<p>
 todo mundo sorrir.
 Mais nada.

<R+>
Ricardo Silvestrin.
* tudo inveno*.
So Paulo: tica, 2003.
<R->

<126>
Uma atividade diferente

  Uma foto pode fazer rir?
  Veja a fotografia!

<R+>
_`[{foto de duas crianas bem pequenas, comendo com prazer, s
  Colheradas, um doce de chocolate que se encontra num grande pote sobre a mesa_`]
<R->

  Invente uma piada ou uma histria usando a fotografia
como final.
  Depois, voc e seus colegas vo organizar uma exposio de textos
engraados, a ser montada no ptio da escola. Vocs podem tambm
pesquisar piadas, charges e ann-
<p>
cios divertidos para completar a exposio.

               oooooooooooo
<127>
<p>
Unidade 6

Diferentes... iguais... 
  ou somente um jeito de ver?

  Nesta unidade, voc vai ler textos que discutem as
diferenas entre as pessoas,
entre as coisas da vida,
entre as palavras.

<128>
Uma atividade diferente

<R+>
 1 Observe a descrio com ateno, para no se deixar enganar.
  Ser que seus colegas vem nas figuras as mesmas coisas que voc?
  Tudo depende do ponto de vista de cada um...

_`[{a) Uma pessoa usando um chapu grande, andando de bicicleta, vista do alto
 b) Uma pessoa usando um chapu grande, fritando um ovo, vista do alto
 c) As patinhas de um gato subindo em uma rvore, visto pelo outro lado_`]

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<129>
 2 Copie os versos do poema de Sonia Salerno Forjaz, complete-os e entenda um pouco mais sobre pontos de vista.

Ponto de vista

 Tamanho  uma dessas .....
 Que deixam tudo .....
 A gente quer .....
 E se enrosca como um .....

 Existe o pequeno, o .....
 O mdio, o mais ou .....
 O mais ou menos pra .....
 O mais ou menos pra .....

 (...)
 O avio, por .....
  algo grande de .....
 Mas, quando voa no .....
 Parece menor que um .....

 Um pequeno gro de .....
 No incomoda .....
 Mas, se entra nos seus .....
 Incomoda e muito .....
<R->

  Agora, confira com os colegas: vocs usaram as mesmas palavras
para completar os versos? Provavelmente no. Ponto de vista  isto: a
sua escolha, a sua opinio diante de um assunto.

<R+>
Sonia Salerno Forjaz. *Ponto de vista*. So Paulo: Moderna, 1996.
<R->

<130>
Vamos ler 1

  Veja que festa legal... Olhe quantas pessoas foram convidadas... E
quantas gostosuras diferentes elas vo levar...
<p>
Mas que festa!

  (...)
  E se o Anderson trouxer o Beto, irmo dele, os dois podem querer
trazer uma bola de futebol, e a me dele pode querer mandar umas
cocadinhas e uns ps-de-moleque, para
reforar a festa.
  Se o Moacir vier com a Mara
(que talvez traga o periquito), na
certa dona Iracema vai
aproveitar para mandar uma
caixa cheia de cajuzinhos de
amendoim...
  Se o Miguel trouxer a
Ftima, irm dele, eles
podem inventar de trazer o
cachorro, e a dona Munira
pode mandar uns quibes
para reforar...
  Se o Giovani trouxer o
primo, pode ser que no
tragam o gato, mas garanto que
dona Gina manda uma meia
dzia de pizzas enormes, j
cortadinhas... (...)
  Se a dona Maria souber disso, o
mnimo que o Manuel e o seu papagaio vo trazer  uma tigela de
papo-de-anjo e uma bandeja de bolinho de bacalhau...
  E dona Yoko pode fazer questo de preparar uns sushis para o
Toshiro trazer, mesmo que a tartaruga no venha...

<R+>
Ana Maria Machado. *Mas que festa*!
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.
<R->

<131>
Seguindo as pistas do texto

<R+>
 1. No ttulo do texto, Mas que festa!, o que significa a palavra mas?
  Reescreva o ttulo com o outro significado da palavra.

 2. Repare que quase todos os pargrafos comeam com a palavra se.
 a) No texto, o que essa palavra quer dizer?
 b) H outra palavra que se repete na maioria dos pargrafos e refora a
idia da palavra se. Que palavra  essa?
<p>
 3. Talvez vrios convidados levem comidinhas para a festa. Voc sabe qual
 a origem de todas essas gostosuras? Leia o quadro abaixo e faa a
relao.

<F->
!::::::::::::::::::::::::::::::::
l  Comida: p-de-moleque        _
l  amendoim quibe pizza bolinho  _
l  de bacalhau                   _
l  Origens: japonesa portuguesa _
l  italiana rabe africana       _
l  indgena                      _
h::::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

 4. Alm disso, os nomes das personagens convidadas para a festa tambm
retratam diferentes origens. Volte ao texto, selecione esses nomes e,
com o professor, indique a origem de cada um deles.

Discutindo as idias do texto

 1. Em sua opinio, qual foi o objetivo da autora do texto ao mostrar
pessoas de origens to diferentes em uma mesma festa?
 2. Na histria que acabamos de ler, crianas de origens diversas foram
convidadas para uma festa. Voc tem amigos de diferentes culturas?
  O que voc aprende com eles?
 3. Qual  a origem da sua famlia? Localize, em um mapa, a regio onde
seus pais nasceram e mostre para seus colegas. Verifique: os pais de
vocs so todos do mesmo lugar ou nasceram em lugares diferentes?
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<132>
Textos do dia-a-dia

  O texto de
Ana Maria
Machado fala de
comidas bem
diferentes. Se
voc for a um
restaurante,
como poder
saber que tipo de
comida 
servido?

Cantina da Mama -- Cardpio

Entradas

<R+>
Panqueca de carne
  carne e muzzarela com molho ao sugo -- R$8,00

Panqueca de frango
  frango e catupiry com creme de espinafre -- R$8,00

Fogazza de ricota
  ricota e espinafre com molho -- R$6,00

Saladas

Insalata di pollo
 frango desfiado, alface, tomate, uva passa, cenoura e salso -- R$12,00

Insalata italiana
  muzzarela de bfala, tomate seco, alface, rcula, erva doce e azeitona -- R$10,00

Insalata di carpaccio
  carpaccio, rcula, alface, alcaparra e parmeso -- R$13,00

Massa Especiais

Ravioloni di muzzarela de bfala
  massa verde, muzzarela de bufala e manjerico -- R$18,00

Ravioloni di ricota
  ricota fresca, nozes, uva passas e temperos -- R$15,00

Massas
  Fusilli -- R$12,00
  Capelletti -- R$13,00
  Conchiglioni -- R$12,00

Carnes
  Polpettone -- R$14,00
  Fil  parmegiana -- R$18,00
  Medalho  moda -- R$18,00
  Cabrito -- R$22,00

Aves
  Frango assado -- R$13,00
  Frango  passarinho -- R$12,00
<R->

  O *cardpio*  um tipo de texto que lista todas as opes de pratos
que h em um restaurante, com seus preos.

  Consultando o cardpio, responda:
<R+>
 a) O que  servido como entrada?
 b) Qual  o prato mais caro? E o mais barato?
 c) Pelos pratos oferecidos no cardpio, qual  a origem do restaurante?
<R->

<133>
  Quem no gosta de pizza? E ela fica ainda mais gostosa quando  feita
em casa... Experimente esta receita, mas no se esquea de pedir a ajuda
de um adulto!

<R+>
Pizza de queijo e tomate

Ingredientes
  tablete (7,5 g) de fermento fresco
 1 colher de ch de acar
 75 ml de gua morna
 125 g de farinha integral
 sal e pimenta
 2 colheres de ch de leo
 2 colheres de sopa de pur de tomate
 2 colheres de sopa de gua
 1 colher de ch de organo
 100 g de queijo mozarela

Utenslios
 1 colher de ch
 1 jarra graduada em litros
 1 jarra graduada em gramas
 1 tigela grande
 1 colher de pau
 1 colher de sopa
 1 tigela pequena
 1 ralador de queijo
 1 tbua de carne
 1 assadeira
 1 rolo de abrir massas

Modo de fazer

_`[{acompanha o texto, quatro fotos mostrando etapas da feitura da pizza_`]
 1 Mea a gua morna e dissolva nela o fermento e o acar. Mexa at o acar
dissolver-se totalmente. Deixe a jarra graduada num lugar aquecido
durante uns 15 minutos, at a mistura ficar com a superfcie espumosa.
 2 Ponha a farinha numa tigela grande. Junte o sal e misture. Abra um
buraco no centro da farinha.
 3 Ponha o leo no buraco. Depois
despeje o fermento j crescido e
misture com uma colher de pau. Com
as mos, forme uma bola com a massa.
 4 Polvilhe um pouco de farinha sobre a
tbua de carne e coloque a a massa.
Sove-a por 5 minutos. Acrescente mais
farinha se a massa estiver grudenta.
<134>
 5 Abra a massa com o rolo
numa espessura fina e faa
um crculo de 25 cm. Polvilhe
farinha na assadeira e ponha
a massa. Deixe-a crescer em
lugar aquecido, por uns 30
minutos.
 6 Ligue o forno em temperatura mdia (200 C). Rale o queijo. Ponha o
pur de tomate, a gua, o sal, a pimenta e o organo numa pequena
tigela. Misture bem.
 7 Quando a massa estiver
crescida, use as costas de
uma colher para espalhar a
mistura de tomate sobre
toda a superfcie da massa.
Polvilhe o queijo ralado por
cima. Asse a pizza por 15-
20 minutos. Retire a pizza
do forno com cuidado e
sirva-a quente ou fria.

Peter Mellet e Jane Rossiter. Traduo de Dirce Carvalho de Campos. *Energia do alimento*. 4. ed. So Paulo:
Scipione, 2001. (Cincia atravs da culinria).

 1. A receita  um texto instrucional que comumente vem dividido em
duas partes. Explique cada uma delas.
 2. H algum outro detalhe nessa receita que pode ajudar a quem deseja
fazer uma pizza? Que detalhe  esse?
 3. No "Modo de fazer", esto indicadas as aes que devem ser executadas
para a receita dar certo. Copie essas aes na ordem
em que so apresentadas.
<R->

<135>
Trabalhando a oralidade

  As receitas aparecem escritas em livros e revistas, mas tambm so
passadas de uma pessoa para a outra.
  Converse com algum de sua famlia. Muitas vezes, as mes, tias, avs
ou madrinhas tm um livro com aquelas receitas especiais... Copie uma
receita e depois, em classe, conte para os colegas como fazer esse prato
to gostoso!
  Enquanto voc apresenta a receita, um colega vai escrevendo sua fala
no quadro-de-giz.
  Depois, a classe compara a receita copiada por voc com a falada. As
duas so iguais?
  Comente as semelhanas e as diferenas entre elas.

<136>
Detalhe puxa detalhe

  Leia de que maneira diferente e sutil Carlos Drummond de Andrade
escreve sobre uma pessoa que faz um doce.

Suas mos

<R+>
 Aquele doce que ela faz
 quem mais saberia faz-lo?
 Tentam. Insistem, caprichando,
 mandam vir o leite mais nobre.
 Ovos de qualidade so os mesmos,
 manteiga a mesma,
 iguais acar e canela.
<p>
 E tudo igual. As mos (as mes?)
 so diferentes.

Carlos Drummond de Andrade. *Poesia completa*. Rio de 
  Janeiro: Nova Aguilar, 1992.

 1. Troque idias com o colega: De quem o poeta fala no poema?
 2. Para o poeta, todas as receitas so iguais, mas h algo que as faz
diferentes. O que ?
<R->

Na ponta da lngua

  Observe as palavras. Todas so substantivos comuns. 
  mos -- mes -- ovos
<R+>
 1. Esses substantivos esto no singular, indicando uma nica coisa, ou no
plural, indicando mais de uma?
 2. Como ficariam essas palavras no singular?
 3. Como se formou o plural desses substantivos? 
 4. Escreva o plural das palavras abaixo.
 pastel -- anel -- festival -- quintal -- caracol -- anzol -- funil
 5. O que voc observou no plural dessas palavras?
<137>
 6. E os substantivos abaixo, como ficariam no plural?
 degrau -- abiu -- chapu -- grou
<R->

Agora voc escreve

  Voc e sua classe vo criar um cardpio para a cantina de sua escola.
  Conversem com o responsvel
pela cantina sobre os produtos
vendidos no local e sobre os preos.
  Dividam seu cardpio pelo tipo dos
produtos: sanduches, doces, sucos...
  No se esqueam de ilustrar o
trabalho: um cardpio bonito faz
qualquer lanche ficar mais gostoso.
<p>
Avaliando o texto

  Mostre o cardpio para o responsvel pela cantina. O que ele achou?
Ser que o cardpio novo vai ajudar a vender mais?

<138>
Divertimento

<R+>
1. Um pavo, dois... Escreva o plural de:

<F->
 a) carretel  e) barril
 b) cachecol  f) pavo
 c) co       g) avental
 d) cu       h) farol
<F+>

 2. Aprender palavras novas  muito til e evita que fiquemos repetindo
as que j sabemos. Assim, substitua a palavra coisa -- to comum
na fala das pessoas -- por outra, mais adequada.
 a) Na minha mochila vo as *coisas* de que preciso para estudar.
 b) Escutei na televiso uma *coisa* maravilhosa! 
 c) Tire essa *coisa* da!
<R->

<139>
Vamos ler 2

  Voc sabe o que  um pilo? J imaginou um poema diferente, que
mistura pilo e rede conversando?

<R+>
O pilo e a rede

 A rede fica num canto.
 O pilo fica no outro.

 A rede  azul,
 azulo de ararazul.
 Barra-renda, cor de gara branca.

 O pilo  marrom, igual ao Joo.
 Forte, lustroso,
 redondo e grosso,
 no o Joo, mas o pilo.

 Joo soca o pilo,
 Maria peneira a farinha,
 veste blusa marrom
 manchadinha de farinha...

 Ela canta:
 Soca o pilo, Man Joo,
 pra Maria coar a farinha.

 De tanto chacoalhar peneira,
 Maria fica cansada,
 Vai sossegar na rede.

 Balana de l pra c, Maria!
 Maria balana de c pra l!
 Seus olhos abrem!
 Seus olhos fecham!

 O pilo cochicha pra rede:
 -- Que preguiosa  voc!
 S pensa em balanar:
 NHEC, NHEC, NHEC!!!

 Ela responde furiosa:
 -- E voc, mo de pilo,
 s sabe socar:
 BAM, BAM, BAM!!!

 Comea a discusso:
 NHEC, NHEC, NHEC!
 BAM, BAM, BAM!
<p>
 NHEC, NHEC, NHEC!
 BAM, BAM, BAM!

Lcia Pimentel Ges. *O pilo e a rede*.
So Paulo: Paulinas, 1998.
<R->

<140>
Seguindo as pistas do texto

<R+>
1. Encontre, no poema, um sinnimo para as palavras
seguintes e escreva-o.
 a) ca 
 b) descansar

2. Encontre, no poema, um antnimo para as palavras
seguintes e escreva-o.
 a) termina 
 b) calma

3. Releia:
  -- E voc, mo de pilo,
s sabe socar:
  O que a palavra s indica?
 4. Observe:
  veste blusa marrom
manchadinha de farinha...
  Qual  o sentido da palavra *manchadinha* no verso acima?

 5. Que expresso do poema indica o lugar onde fica:
 a) a rede? 
 b) o pilo?

6. O pilo e a rede so descritos por meio de muitas palavras. Que palavras
so essas?

Discutindo as idias do texto

 1. Quem est conversando no poema?

 2. H vrias comparaes no poema.
 a) Quem  comparado ao pilo?
 b) A que animais as cores da rede foram comparadas?

 3. Como foi apresentada a discusso entre o pilo e a rede?
 4. Por que se pode afirmar que esse poema retrata uma situao do
interior brasileiro?
<R->

<141>
Trabalhando a oralidade

  O texto que voc vai ler agora possui marcas de oralidade, isto , nele
existem palavras que esto escritas do modo como so faladas.
  Agora, leia o texto com entonao: imagine que voc  a carranca do
rio So Francisco!

<R+>
Maria Teresa

 Meu nome  Maria Teresa.
 Ou s Teresa, no me incomodo.
 Sou carranca do rio So Francisco
 E hoje  dia quente, de todo.
 (...)
 Eu, c pra ns, tenho medo  de tudo.
 De saci, boitat, minhoco, caipora.
 Do tal bicho-d'gua: o gigante peludo,
 Que pra revirar embarcao no demora.
 (...)
 Deixe estar.
 Quem quiser que se deleite.
 Ainda ontem teve festa do Divino,
 Rio cheinho de enfeite.
 Eu t esqueci da rima, menino!

Roger Mello. *Maria Teresa*.
Rio de Janeiro: Agir, 1996.
<R->

  A carranca Maria Teresa tem medo de muitas personagens do folclore
brasileiro: saci, boitat, minhoco e caipora. Voc conhece essas
personagens?
  Consulte seu professor, converse com pessoas de sua famlia ou amigos
mais velhos e pea a eles que contem histrias do folclore da sua cidade.
  Depois, conte para a classe o que voc aprendeu!

<142>
<p>
Ateno  fala e  escrita

<R+>
1. Observe:
  Eu t esqueci da rima, menino!
 a) Que palavra do verso acima reproduz o jeito de a carranca falar?
 b) Reescreva esse verso, utilizando as normas ortogrficas.
 c) Que outra palavra do poema est escrita do modo como se fala?

 2. E hoje  dia quente, *de todo*.
  Ainda ontem *teve* festa do Divino.
<R->
  As palavras destacadas tambm reproduzem um jeito de falar.
  Reescreva as frases substituindo essas palavras por outras que estejam
mais de acordo com o registro padro da lngua.

Vamos ler 3

  O que ser que as personagens desta histria tm de igual?
E de diferente?

Cafute & Pena-de-Prata

  Era uma vez dois pintos. O primeiro,
nascido no calor do ninho de palha, era
pinto-de-pobre. Por ser pequeno e
implicante, os irmos lhe botaram o
apelido de Cafute. O outro, nascido em
chocadeira eltrica, era pinto-de-rico. O
Cafute foi se criando solto. Mal tinha
sado de debaixo da asa da me, foi
tratando de lutar pela vida. J o pinto-derico,
criado em galinheiro de tela de
arame, recebendo no bico comida e gua,
se queixava sempre de que ningum
gostava dele. Nem sequer conhecia me e
nunca teve quem lhe botasse nome.
<143>
  Por isso tudo, os dois ficaram amigos, porque a gente sempre
gosta de quem  diferente de ns. E Cafute, para alegrar o amigo,
escolheu para ele um nome bem bonito, coisa fina, e o batizou de
Pena-de-Prata. O pinto-de-rico adorou, achou lindo.
  (...)
  Conversando, Cafute e Pena-de-Prata
se queixavam da vida.
O pinto-de-rico sabia que estava
sendo criado para acabar no
matadouro do frigorfico. E o
pinto-de-pobre suspirava,
dizendo que no esperava
sorte melhor, o fim dele ia
ser mesmo era na faca da
cozinheira. Ah, se os dois
pudessem fugir e ganhar o
mundo em busca de
aventuras!
  At que um dia deu sorte.
O tratador esqueceu de passar
o ferrolho na porta do
galinheiro. Cafute l de baixo viu
logo, chamou o amigo que enfiou o
bico na abertura, meteu pela fenda o
encontro da asa, empurrou a portinhola e
num instante estava solto.
  Saram dali correndo e se esconderam debaixo de uma moita.
Esperaram um bom tempo e ento trataram de fugir para bem longe.
Queriam se livrar do triste des-
<p>
tino que os donos reservavam para eles.

<R+>
Rachel de Queiroz. *Cafute & Pena-de-Prata*. Rio de 
  Janeiro: Jos Olympio, 1988.
<R->

Seguindo as pistas do texto

  Cada um dos pintinhos tem caractersticas opostas. Escolha palavras
que componham essa descrio indicando a oposio de idias.

<144>
Discutindo as idias do texto

<R+>
 1. Como Cafute e Pena-de-Prata foram criados?
 2. De acordo com o texto, por que os dois pintinhos ficaram amigos?
 3. Os dois pintinhos pensavam que iam ter o mesmo destino. Que destino
era esse?
 4. O que aconteceu que pode ter mudado o destino dos dois pintinhos?
 5. Toda narrativa possui um tema desenvolvido em um determinado local,
vivido por personagens. Aps a leitura do texto, escreva qual  o tema dessa histria.
<R->

Roda de leitura

  Agora, voc vai ler um texto sobre meninos que tm uma vida muito
diferente da maioria das crianas.

Os meninos da laranja

  Esses meninos foram
encontrados na cidade de
Tabatinga, que fica no estado de
So Paulo. A professora disse que
a cidade funciona como um
grande dormitrio para os
apanhadores de laranja. Isso
porque grande parte da populao
s deve dormir em casa, imagino
eu, e passar o dia inteiro
trabalhando nos laranjais.

<145>
<p>
  S que em Tabatinga tambm dormem e vivem os empreiteiros,
adultos que costumam levar, escondido, crianas e adolescentes para
a roa, pagando a eles uma moedinha de
10 centavos pela caixa de 30 quilos de
laranjas colhidas. Voc, que deve ter
no seu cofrinho um monto dessas
moedas, j pensou no quanto as
crianas da laranja devem suar
para ganhar apenas uma?
E a professora explicou que
no  s nessa cidade que tem
crianas colhendo laranja.
  Bem, l em Tabatinga,
a dona Catarina conversou
um pouco com Reinaldo, de
14 anos, e seu irmo Renato,
de 11, que saem s cinco e
meia da manh de casa --
moram numa chcara,
onde o pai  caseiro -- e caminham
4 quilmetros at o ponto em que
devem tomar o caminho para chegar
at os laranjais. E sabe a que horas eles
voltam pra casa? S s oito da noite! Por essa
razo, os dois tiveram que abandonar a escola.
  E tem mais: quando o tempo ajuda, mandando chuva e sol para as
laranjeiras ficarem carregadinhas de laranja madura, os meninos
ainda acompanham o pai,  noite, no trabalho feito em um barraco
na cidade. L, eles ajudam a selecionar, lavar e embalar as laranjas
que vo ser vendidas em supermercados e quitandas de So Paulo.

<R+>
J Azevedo, Iolanda Huzak, Cristina Porto. *Serafina e a criana que trabalha*.
So Paulo: tica, 2003.
<R->

  Converse com o professor e com seus colegas: em que a vida desses
meninos  diferente da sua? Voc acha que a vida deles  vida de criana?
Voc conhece alguma criana que trabalhe fora de casa? E voc, ajuda no
trabalho de casa?

<146>
<p>
 Detalhe puxa detalhe

  Observe o anncio:
<R+>

<R+>
_`[{foto de Stephen W. Hawking em sua cadeira de rodas e o texto a 
seguir:
  Este eficiente fsico  um deficiente fsico_`]
<R->
  Stephen W. Hawking ganhou notoriedade mundial pela sua eficincia como fsico.
  E no pela sua deficincia fsica.
  Ele  reconhecido por ocupar a cadeira de Newton, em Cabridge. E no por ocupara uma cadeira de rodas.
  Hawking sofre e luta contra uma rara molstia degenerativa.
  Mas seu mrito no est no sofrimento.
   autor do best seller Uma breve histria do tempo,  doutor em Cosmologia, professor lucasiano de matemtica,  tido com o mais brilhante fsico terico desde Einstein.
  Quando o Lar Escola So Francisco diz que ser deficiente fsico no significa ser um ser humano deficiente no  uma frase de efeito.
  Hawking  talvez o exemplo mais famoso dessa verdade.
  Mas existem outros exemplos, brasileiros, de deficientes que se tornaram eficientes profissionais, graas ao trabalho da nossa entidade e, principalmente, ao trabalho deles mesmos. O lar Escola So Francisco tem mais de 50 anos dedicados ao tratamento, educao, reabilitao e profissionalizao de deficientes fsicos. Em convnio com a Escola paulista de Medicina, o Lar Escola faz em mdia mais de 400 atendimentos por dia.
  Nosso trabalho no tem fins lucrativos mas pode ter um fim.
  Nossas despesas com salrios de especialistas e manuteno de aparelhos so altssimas.
  Parte do nosso dinheiro  gerado pela Ortopedia So Francisco, que fabrica aparelhos ortopdicos (alis alguns funcionrios so ex-alunos). Outra fonte de recursos  o Sambur, um bazar permanente que recebe doaes de roupas, livros, mveis e objetos que so restaurados pelos nossos alunos e depois revendidos.
  Mas nossa receita  insuficiente. Precisamos contar com a ajuda da comunidade.
  Por isso estamos aqui, pedindo a sua colaborao.
  Voc pode doar dinheiro ou tornar-se scio mensalista da entidade (sua doao  dedutvel do Imposto de Renda).
  Pode doar ou comprar mveis, roupas, objetos para Bazar Sambur. Pode alugar a Capela So Francisco para batizados e missas.
  Pode doar parte do seu tempo ajudando nosso servio de voluntrias.
  E, claro, pode nos visitar: conhecer a honestidade e a beleza do nosso trabalho tambm  uma maneira de ajudar.

  Pra doaes ou outras formas de ajuda, ligue: (011) 549-3322.
  Lar Escola So Francisco

 1. Quem est anunciando?
 2. O que est sendo anunciado?
 3. Explique, com suas palavras, a mensagem do anncio.
<R->

<147>
Vamos ler 4

  Agora, leia o trecho de uma histria que fala de dois meninos. Sero
iguais? Sero diferentes?

Os gmeos corintianos

  Nico e Beto eram dois gmeos idnticos.
Eles gostavam de confundir as pessoas: s
vezes, o Nico vestia a camisa do Beto e o Beto
a do Nico, e um se passava pelo outro.
  Faziam acordos secretos. Nem a me
adivinhava:
  -- Nico! No v jogar bola l fora! Seu
resfriado ainda no passou!
  O Nico de verdade ia para o campinho,
enquanto o Beto tomava xarope.
  Outras vezes, o Beto, que era ruim em
Matemtica, chamava o Nico para fazer
prova. A dona Guiomar, nem tchum.
  -- Beto! -- ela dizia com a lista na mo.
  -- Presente! -- respondia o Nico.
  Por dentro, eles eram bem diferentes: o
Beto gostava de festa e de nadar. O Nico
preferia colecionar vaga-lumes e s entrava
na gua at onde dava p.
  Numa coisa os dois se pareciam: eles eram
corintianos. No perdiam nenhum jogo.
  O sonho do Nico era ter a camisa do
Casapequena. O Beto queria o autgrafo do
Reco-Reco.
  Naquela semana ia haver deciso no
Pacaembu: Santos x Corinthians. Imagina se
eles no iriam...

<R+>
Anna Flora. *Os gmeos corintianos*. So Paulo: tica, 1999.
<R->

<148>
<R+>
Seguindo as pistas do texto

 1. Os meninos so gmeos. Que sentidos da
palavra gmeo voc encontra no dicionrio?
 2. No incio, a histria diz que um se passava
pelo outro. O que isso significa?

 3. Explique os seguintes trechos:
 a) o Beto, que era ruim em Matemtica
 b) A dona Guiomar, nem tchum.
 c) s entrava na gua at onde dava p
<p>
Discutindo as idias do texto

 1. Que truque era usado pelos gmeos?
 2. Quando eles usavam esse truque?
 3. Voc acha certo enganar as pessoas para resolver problemas na escola?
Por qu?
 4. Se voc tivesse um irmo gmeo, agiria como os meninos da histria?
<R->

Na ponta da lngua

Gmeos  o nome de uma constelao.

  Constelao  um substantivo
que indica um conjunto de estrelas.
O substantivo que indica um conjunto
 chamado de *substantivo coletivo*.

  Pesquise, em uma gramtica, outros
substantivos coletivos e, forme frases com eles.

<149>
Texto do dia-a-dia

  Qual  seu signo? Veja:

<R+>
_`[{desenhos, mostrando os smbolos e os nomes dos doze signos do
Zodaco: ries, Touro, Gmeos, Cncer, Leo, Virgem, Libra, 
Escorpio, Sagitrio, Capricrnio, Aqurio e Peixes_`]
<R->

<R+>
 1. Voc j leu uma seo de horscopo em jornais ou revistas? Recorte
de um deles a previso para seu signo e cole.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

 2. A seguir, reproduza com suas palavras as previses e os conselhos
contidos no horscopo para o seu signo.
<R->
<p>
Agora voc escreve

  Escolha um parente ou um amigo do qual voc saiba o signo e escreva
o horscopo dele, dando conselhos para o dia de hoje.
  Depois, mostre o horscopo para a pessoa que voc escolheu e
compare seu texto com as previses do jornal para o dia. Qual dos dois
textos agradou mais?

Avaliando o texto

<R+>
 a) Voc escreveu o nome do signo?
 b) Ao lado do nome do signo, colocou as datas do signo?
 c) Seu texto do horscopo d um conselho, diz o que pode acontecer
naquele dia?
 d) A escrita das palavras est correta?
<R->

<150>
<p>
Uma atividade diferente

  Vamos fazer uma feira da cultura brasileira para toda a escola e para as
famlias tambm. A classe se divide em cinco grupos e cada grupo vai fazer
uma pesquisa sobre os trajes, os pratos tpicos, as danas, as msicas, as
histrias folclricas, a influncia de outros povos e o jeito de falar de uma
regio do Brasil.
  Vale ensaiar as danas e as msicas tpicas, para apresentar na feira.
O grupo tambm pode dramatizar uma histria do folclore da regio
escolhida. E no se esqueam de providenciar os pratos tpicos!
Vai ser uma viagem pelo Brasil dentro da prpria escola!

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

Fim da Segunda Parte


